terça-feira, 12 de abril de 2011

"Até quando esperar"?



Um jogo depois de ser vaiado, Michael meio-de-rede do vôlei futuro, é eleito o melhor jogador da partida na vitória de seu time contra o mesmo Cruzeiro, forçando a terceira e última partida da série de três jogos das semifinais da superliga Masculina de Vôlei.
Neste jogo, a torcida do Futuro, diferentemente da torcida do Cruzeiro, apoiou seu jogador do inicio ao fim, tanto em incentivos ao gritar seu nome durante toda a partida, com um bandeirão contra qualquer tipo de preconceito aberto a todo fim de set, como também em homenagens e mensagens de conscientização quanto ao preconceito, de seu próprio time, como na camisa do líbero Mário Junior. 

E, não foi por nada não, mas o cara estava inspirado mesmo, com saques destrutivos e dificultosos para a recepção mineira, torci muito pelo “Futuro” depois de tudo que acontecera na última partida em minas. Espero que com isso as discussões a cerca do tema venha à tona e com força para que o projeto de lei referente a criminalização da homofobia venha um dia a punir esse tipo de torcedor, assim como o Dep. Jair Bolsonaro, por seus atos homofóbicos, assim como aos torcedores que tanto xingaram o Richarlyson pelos vários campos do Brasil em que ele jogou, e que ninguém fez nada. Mas diferentemente, o Michel por ser gay entrou com uma representação na CBV, que culminou em toda essa polêmica, e também nessa linda homenagem.

 Agora é colocar fermento para que o bolo cresça!

domingo, 10 de abril de 2011

Os sonhos da noite





Os sonhos são como as estrelas cadentes.
Passam, e o que queríamos acontece
Às vezes, eles só passam e o dia amanhece
Até que ressurjam, no céu ou em nossas mentes.

Os sonhos, como as noites, são.
Pra que logo venham a chegar
Torcemos pra que embora nunca vão
Mesmo que o sol queira atrapalhar.

Os belos sonhos são como a lua cheia
Os feios são como a minguante
Mas que na nova, o ar renova as veias
Para que na crescente, ganhem força de diamante.

Os sonhos são como o sereno
Que aos centrados, vêem a florescer
Que aos afobados, podem torna-se veneno
Mas que tentamos ou lembramos ao amanhecer.


Marcão Miranda, 19 de março de 2010.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

quarta-feira, 6 de abril de 2011

“Pré-conceito”




Pior que tudo que acontece na rua
É o que acontece na cabeça da gente
Presas pelo pescoço da sua
Ignorante vida pouco diferente.

Pior que a vontade de ser feliz
É a triste vontade de omissão            
Que faz com que nosso próprio nariz
Indique o “pré-conceito” e a opressão.

Difere da sua, da minha, dos outros, a felicidade
Dificulta a tudo que existe pra nada que sou
Distorce toda a realidade
Distância os outros do nosso amor.

Vivendo num mundo, no século XXI,
Diferente das luzes de antes
Que separavam os comuns
Iguais aos que apedrejavam os andantes.

Todos procuram a felicidade dentro de si
Procuram também dentro de você
Não acabe com a alegria de o outro existir
Pense, reflita e procure me esquecer.

Marcos Vicente Miranda Santos,
Aracaju, 11 de Maio de 2008

Transcrição de documento


N°37                                                                                    Illmo e Exmo Senr
1851-Março-12                                                                N°30-Se.

Envio por copia a V. Exª officio incluso do Chefe de Policia interino da Provincia,pelo qual verá V.Exª que o facinororo Domingos Badia acha-se pronunciado como incurso no art. 192 do Código Criminal pela morte do proprietário Antonio Rodrigues De Souza; faltando ainda instaurar-se no termo se itabaianinha a outro processo, de que também está encarregado a mesmo chefe de Policia pela morte do Advogado Francisco Baptista De jesus
Jambeiro.

Deus Guarde a V.Exª Palacio do governo de Sergipe 12 de março De 1851.





Ilmo e Exmo Senr Conselheiro Ministro e Secretário de Estado dos Negocios Da Justiça

Amancio João Pereira de Andrade

Símbolos de Sergipe


Brasão de Sergipe

A Lei nº 02, de 5 de julho de 1892 instituiu o Brasão de Armas de Sergipe.

Coube ao professor Brício Cardoso a criação do Brasão, oficializado em 5 de julho de 1892 pela Assembléia Legislativa.
Sua simbologia está representada pelo índio Serigi embarcando em um balão; em seu centro a palavra PORVIR - o futuro. Abaixo do cesto do balão a legenda Sub Lege Libertas - Sob a Lei a Liberdade. Encerrando a faixa a data da primeira Constituição do Estado - 18 de maio de 1892. O índio representa o passado e o balão o futuro e a civilização.


Nos fins do século XIX, o negociante e industrial sergipano José Rodrigues Bastos Coelho, necessitando de um distintivo para suas embarcações que identificasse o Estado de onde procediam, elaborou uma bandeira para este fim.

A bandeira, formada por um retângulo com quatro listras - alternando as cores verde e amarelo -, e um retângulo azul na parte superior à esquerda com quatro estrelas brancas de cinco raios, passou a ser conhecida, nos portos freqüentados pelos navios de Bastos Coelho, como a "Bandeira Sergipana". As cores usadas foram as nacionais e as estrelas representavam quatro barras do Estado, talvez as mais transitadas pelo autor.


Esta bandeira, acrescentando mais uma estrela maior no centro das outras para representar o número exato das barras sergipanas, foi oficializada através da Lei No 795, de 19 de outubro de 1920. No dia 24 de outubro de 1920 a bandeira oficial de Sergipe foi hasteada pela primeira vez, na fachada do Palácio do Governo, ficando ao lado da bandeira nacional.

Em 1951, a bandeira oficial do Estado foi alterada. As cores e características foram mantidas, exceto o retângulo azul, que a partir daí continha quarenta e duas estrelas, representando o número dos municípios sergipanos na época.
No ano seguinte foi restabelecida a bandeira oficial instituída pela Lei No 795, de 19 de outubro de 1920.

Hino do estado de Sergipe


Letra por Manoel Joaquim de O.Campos
Melodia por Frei José de Santa Cecília



Alegrai-vos, Sergipanos,
Eis que surge a mais bela aurora
Do áureo jucundo dia
Que a Sergipe honra e decora

O dia brilhante,
Que vimos raiar,
Com cânticos doces
Vamos festejar

A bem de seus filhos todos,
Quis o Brasil se lembrar
Do seu imenso terreno
Em províncias separar.

Isto se fez, mas contudo
Tão cômodo não ficou,
Como por más consequências
Depois se verificou.

Cansado da dependência
Com a província maior,
Sergipe ardente procura
Um bem mais consolador.

Alça a voz que o trono sobe,
Que ao Soberano excitou;
E, curvo o trono a seus votos,
Independente ficou.

Eis, patrícios sergipanos,
Nossa dita singular,
Com doces e alegres cantos
Nós devemos festejar.

Mandemos porém ao longe
Essa espécie de rancor;
Que ainda hoje alguém conserva
Aos da província maior.

A união mais constante
Nos deverá consagrar,
Sustentando a liberdade
De que queremos gozar.

Se vier danosa intriga,
Nossos lares habitar,
Desfeitos aos nossos gostos
Tudo em flor há de murchar.



Retirado dos Sites:
http://www.conhecasergipe.com.br
http://pt.wikisource.org/wiki/Hino_do_estado_de_Sergipe
<Acesso em 06 de abril de 2011 às 14:00>

sábado, 2 de abril de 2011

“Professor, pode contar comigo”.



Respondera Adriano “?mperador” ao técnico Tite.
E o que disse Tite?

“O que me faz acreditar nele? É acreditar nas pessoas, que podem errar e que podem olhar para frente e se redirecionar. E não ficar pré-julgando alguém...”




 Assim como o Tite, acredito eu, que não devemos pré-julgar ninguém, por mais difícil que seja. Mas sim, esperarmos para que a própria pessoa mostre quem realmente o é...! Acho necessário sempre dá uma chance, não fazer com que sua dúvida lhe faça buscar sempre o lado negativo. Não adianta ficar com todos os pés atrás para com o desconhecido, vai que é uma pessoa legal? E que só porque, a princípio, você não gostou, não quer dizer que não valha à pena dá-lhe mais uma chance. Acho ainda, mais interessante que se dê a oportunidade para que ela se mostre de verdade... Todos temos preconceito, eu sei, mas sexo, opção, altura, cabelo ou cor não confirma ou veta nenhum valor!

Quanto ao Adriano, não tenho certeza de que vá da certo no Corinthians, mas vou torcer muito para que dê tudo certo e que saia tudo bem, para os dois lados...