quarta-feira, 6 de abril de 2011

Transcrição de documento


N°37                                                                                    Illmo e Exmo Senr
1851-Março-12                                                                N°30-Se.

Envio por copia a V. Exª officio incluso do Chefe de Policia interino da Provincia,pelo qual verá V.Exª que o facinororo Domingos Badia acha-se pronunciado como incurso no art. 192 do Código Criminal pela morte do proprietário Antonio Rodrigues De Souza; faltando ainda instaurar-se no termo se itabaianinha a outro processo, de que também está encarregado a mesmo chefe de Policia pela morte do Advogado Francisco Baptista De jesus
Jambeiro.

Deus Guarde a V.Exª Palacio do governo de Sergipe 12 de março De 1851.





Ilmo e Exmo Senr Conselheiro Ministro e Secretário de Estado dos Negocios Da Justiça

Amancio João Pereira de Andrade

Símbolos de Sergipe


Brasão de Sergipe

A Lei nº 02, de 5 de julho de 1892 instituiu o Brasão de Armas de Sergipe.

Coube ao professor Brício Cardoso a criação do Brasão, oficializado em 5 de julho de 1892 pela Assembléia Legislativa.
Sua simbologia está representada pelo índio Serigi embarcando em um balão; em seu centro a palavra PORVIR - o futuro. Abaixo do cesto do balão a legenda Sub Lege Libertas - Sob a Lei a Liberdade. Encerrando a faixa a data da primeira Constituição do Estado - 18 de maio de 1892. O índio representa o passado e o balão o futuro e a civilização.


Nos fins do século XIX, o negociante e industrial sergipano José Rodrigues Bastos Coelho, necessitando de um distintivo para suas embarcações que identificasse o Estado de onde procediam, elaborou uma bandeira para este fim.

A bandeira, formada por um retângulo com quatro listras - alternando as cores verde e amarelo -, e um retângulo azul na parte superior à esquerda com quatro estrelas brancas de cinco raios, passou a ser conhecida, nos portos freqüentados pelos navios de Bastos Coelho, como a "Bandeira Sergipana". As cores usadas foram as nacionais e as estrelas representavam quatro barras do Estado, talvez as mais transitadas pelo autor.


Esta bandeira, acrescentando mais uma estrela maior no centro das outras para representar o número exato das barras sergipanas, foi oficializada através da Lei No 795, de 19 de outubro de 1920. No dia 24 de outubro de 1920 a bandeira oficial de Sergipe foi hasteada pela primeira vez, na fachada do Palácio do Governo, ficando ao lado da bandeira nacional.

Em 1951, a bandeira oficial do Estado foi alterada. As cores e características foram mantidas, exceto o retângulo azul, que a partir daí continha quarenta e duas estrelas, representando o número dos municípios sergipanos na época.
No ano seguinte foi restabelecida a bandeira oficial instituída pela Lei No 795, de 19 de outubro de 1920.

Hino do estado de Sergipe


Letra por Manoel Joaquim de O.Campos
Melodia por Frei José de Santa Cecília



Alegrai-vos, Sergipanos,
Eis que surge a mais bela aurora
Do áureo jucundo dia
Que a Sergipe honra e decora

O dia brilhante,
Que vimos raiar,
Com cânticos doces
Vamos festejar

A bem de seus filhos todos,
Quis o Brasil se lembrar
Do seu imenso terreno
Em províncias separar.

Isto se fez, mas contudo
Tão cômodo não ficou,
Como por más consequências
Depois se verificou.

Cansado da dependência
Com a província maior,
Sergipe ardente procura
Um bem mais consolador.

Alça a voz que o trono sobe,
Que ao Soberano excitou;
E, curvo o trono a seus votos,
Independente ficou.

Eis, patrícios sergipanos,
Nossa dita singular,
Com doces e alegres cantos
Nós devemos festejar.

Mandemos porém ao longe
Essa espécie de rancor;
Que ainda hoje alguém conserva
Aos da província maior.

A união mais constante
Nos deverá consagrar,
Sustentando a liberdade
De que queremos gozar.

Se vier danosa intriga,
Nossos lares habitar,
Desfeitos aos nossos gostos
Tudo em flor há de murchar.



Retirado dos Sites:
http://www.conhecasergipe.com.br
http://pt.wikisource.org/wiki/Hino_do_estado_de_Sergipe
<Acesso em 06 de abril de 2011 às 14:00>

sábado, 2 de abril de 2011

“Professor, pode contar comigo”.



Respondera Adriano “?mperador” ao técnico Tite.
E o que disse Tite?

“O que me faz acreditar nele? É acreditar nas pessoas, que podem errar e que podem olhar para frente e se redirecionar. E não ficar pré-julgando alguém...”




 Assim como o Tite, acredito eu, que não devemos pré-julgar ninguém, por mais difícil que seja. Mas sim, esperarmos para que a própria pessoa mostre quem realmente o é...! Acho necessário sempre dá uma chance, não fazer com que sua dúvida lhe faça buscar sempre o lado negativo. Não adianta ficar com todos os pés atrás para com o desconhecido, vai que é uma pessoa legal? E que só porque, a princípio, você não gostou, não quer dizer que não valha à pena dá-lhe mais uma chance. Acho ainda, mais interessante que se dê a oportunidade para que ela se mostre de verdade... Todos temos preconceito, eu sei, mas sexo, opção, altura, cabelo ou cor não confirma ou veta nenhum valor!

Quanto ao Adriano, não tenho certeza de que vá da certo no Corinthians, mas vou torcer muito para que dê tudo certo e que saia tudo bem, para os dois lados... 


segunda-feira, 21 de março de 2011

VOZES DA GUERRA FRIA




Palavras discriminativas inibem pessoas ingênuas
Em alojamentos abarrotados de soldados
Graças à ditadura intelectual
Perigo racial destacado no jornal.

Com cartazes aliados a educação
O mundo destruído por uma nação
Guerrilheiros desanimados no porão
Mortes amargam-se sem perdão.

Eu faço guerra, guerra, guerra com as palavras.
Eu faço guerra, guerra, guerra sem as armas.

Tentando se mobilizar
Os soldados armados querem lutar
Lutar com sua psicologia, literatura e filosofia
Para que tenhamos uma junta militar

A paz está ameaçada
Pois o conflito está pra começar
Só que os guerrilheiros não querem aparecer
Assim não tem a quem combater

Se sobrevivermos à terceira guerra mundial
A quarta será a pedra e pau
E a quinta será apenas com as palavras

Eu faço guerra, guerra, guerra com as palavras.
Eu faço guerra, guerra, guerra sem as armas.

O mundo todo se aquece
E os Estados estão prontos para agir
Contra as manifestações da juventude
Que do passado não se esquece
De quando eram governados por cretinos
Nos conflitos contra a sociedade democrática nos países latinos

Eu faço guerra, guerra, guerra com as palavras.
Eu faço guerra, guerra, guerra sem as armas.

O ódio se alastra por cartas, livros e redações
E os remanescentes apreensivos nas bibliotecas
Dividem-se entre as estações
                                                                                                         
Agora estamos bem armados
E o mercado em crise financeira
Os discursos já foram firmados
Enquanto brigamos por poeira

Eu faço guerra, guerra, guerra com as palavras.
Eu faço guerra, guerra, guerra sem as armas.

Guerreiros guerreando pela paz
Já que a paz e a guerra estão em debate
Só depende de nós decidimos
Entre o futuro e o combate

Eu faço guerra, guerra, guerra com as palavras.
Eu faço guerra, guerra, guerra sem as armas.

Marcos Vicente Miranda Santos, Aracaju, 2006.

Para preservar vidas, a “ONU” ataca e acaba com outras!

sábado, 19 de março de 2011

Um lugar




Pense num lugar que não existam diferenças
Um lugar que não existam raças
Pense num lugar que não existam caças
Um lugar que não existam crenças.

Pense num lugar que não haja ladrões
Um lugar que não haja polícia
Pense num lugar que não haja pobres peões
Um lugar que não haja milícia.

Pense num lugar em que todos somos nós
Um lugar em que você não está sujeito a ninguém
Pense num lugar em que você seja alguém
Um lugar em que todos não estamos sós.

Pense num lugar diferente deste meu
Um lugar igual a esse mundo de lá
Pense num lugar que ela não se esqueceu
Um lugar que quem quiser pode voltar.

Pense num lugar que não haja poder
Um lugar que você possa cantar
Pense num lugar que você deveria conhecer
Um lugar que quem desejar pode ficar.

Pense num lugar em que você siga seu ritmo
Um lugar em que não haja nenhum tipo de dor
Pense num lugar em que só não haja o mito
Um lugar em que só haja o amor.

Pense num lugar onde vivemos
Um lugar que persisti
Pense num lugar que não vemos
Um lugar que não existe. 

Marcos Vicente Miranda Santos
Aracaju, 2008.

Eu não estou ganhando nada, estou pagando! Porque tenho que ser garoto-propaganda?